Crítica: Kung Fu Panda 3


Sem dúvida, Kung Fu Panda é uma das minhas animações favoritas. Sempre com uma boa dose de humor e filosofias orientais, o filme se torna leve (mesmo com um panda tão pesado como protagonista. BaDumTss!) e agradável para quem está assistindo. Kung Fu Panda 3 já acerta de cara com a melhor versão da logo da Dreamworks.

Po é, sem dúvida, um dos personagens mais carismáticos do mundo das animações. Acho que nenhum outro personagem consegue ser tão atrapalhado quanto ele, e a cada filme que passa essa sua “habilidade” evolui de uma maneira inexplicável. A inocência dele acaba cativando crianças e adultos, e toda vez que ele precisa subir escadas eu me simpatizo ainda mais com ele.

Na história do terceiro filme, Kai, um antigo rival de Oogway (a tartaruga zen) retorna do mundo dos mortos graças a uma técnica onde ele captura seus adversários e absorve seu Chi, mais conhecido como energia vital. A raiva de Kai por Oogway é tão grande que ele decide destruir tudo que Oogway criou. O engraçado é que faz tanto tempo que ele foi derrotado que ninguém mais se lembra dele e isso acaba deixando ele ainda mais irritado.

Enquanto isso, Po finalmente reencontra seu verdadeiro pai. No meio desse reencontro, o templo é atacado por servos de Kai, e Po descobre que a única maneira de vencer essa dura batalha contra Kai é se tornando um Mestre Chi. Para conseguir isso, ele precisa partir em uma jornada, dessa vez, sem o apoio dos cinco furiosos e retornar com seu verdadeiro pai até a vila secreta dos pandas que, segundo as lendas, eram grandes usuários de Chi.

E nesse filme, Po aplica um conceito muito interessante do Kung Fu, que é o seguinte: “você não pratica Kung Fu, você vive Kung Fu a todo o momento” e isso fica evidente no momento em que ele precisa agir como um mestre. É bem aquela situação do Karate Kid, onde o Jackie Chan fica mandando tirar o casaco e botar o casaco, só que com o humor e o estilo de pensar do Po.

Como os outros dois filmes da franquia, Kung Fu Panda 3 é muito bonito. Eu sou fã, em especial, dos momentos onde o gráfico 3D dos personagens se mistura com as pinturas chinesas de fundo. E é um filme tão divertido para se assistir com a família, principalmente para quem tem filhos. Se você gostar de pandas, então, esse é o filme certo para você. Espero que tenham gostado do post. Deixem suas opiniões sobre o que acharam do terceiro filme e também sobre o resto da franquia. Até mais!
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