Crítica: Shokugeki No Souma (1ª Temporada)


Há um bom tempo Shokugeki no Souma vem me chamando atenção. É um anime um pouco diferente dos demais, pois seu tema principal é culinária, mas você pode falar “ah, mas também tem Toriko”, só que Shokugeki no Souma é basicamente culinária e vida escolar, enquanto Toriko é muito, mas muito mesmo, mais ação e aventura. Vamos a um breve resumo da história.

Souma é um garoto que trabalha com seu pai no restaurante da família, os dois vivem em duelos gastronômicos e sua ambição é se tornar melhor que seu pai e continuar cuidando do restaurante, mas um dia, seu pai recebe um convite para cozinhar no exterior e fala que vai ficar três anos fora e que, nesse período, é para Souma aproveitar e ir para uma escola de culinária. Ao chegar à Escola Tootsuki, ele percebe que aquele lugar é bem maior do que ele esperava, tanto em tamanho quanto em qualidade, pois essa é a escola número um do Japão. E, como todo bom personagem principal, ele consegue irritar algumas pessoas logo de cara. Eu diria muitas pessoas. haha

Mas logo Souma faz amizade com o pessoal do seu dormitório e com alguns outros membros da escola. Ele tem um jeito único e criativo de cozinhar que conseguiu com a experiência dos anos de trabalho no restaurante da família e isso faz com que ele esteja em um nível diferente dos alunos do primeiro ano. Aos poucos, ele vai conhecendo melhor a escola e descobre sobre os Shokugeki, que são duelos culinários e que a maioria das coisas no colégio é resolvida assim.

É um anime muito gostoso de assistir (dá fome também) e muito interessante. A criação dos pratos sempre tem uma explicação sobre como surgiu, sobre o país de origem, o efeito de cada ingrediente na preparação de um prato e, às vezes, você fica tão ansioso para ver a solução de algum acontecimento e o anime acaba. Então você fica com aquela sensação de que enrolou um pouco, mas, na verdade, você fica tão submerso naquela história que nem viu o tempo passar.

Uma dica para quem for começar assistir: sempre tem uma cena pós-créditos que vale à pena assistir, pois ela complementa a história, na maioria das vezes.
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