Crítica: Criminal Minds


Depois de assistir The Flash e Gotham na Globo, eu sempre ficava sem sono e acabava ficando acordado até mais tarde e com isso acabei conhecendo Criminal Minds. Assisti vários episódios, mas só agora, já depois de algum tempo, vi que na Netflix tinha a oitava e nona temporada, foi aí que começou meu vício pela série, pois quando acabei fui atrás das próximas temporadas que, no caso, são a décima e a décima primeira.


Quem é fã de séries sabe como a pessoa fica quando conhece uma série nova e acaba gostando. Então decidi assistir as sete primeiras temporadas. Sei que pode parecer uma ordem cronológica estranha, mas ainda assim está sendo muito interessante. Vocês devem estar pensando, “mas, cara, são 11 temporadas deles atrás de bandidos. Isso não fica chato?”. Bom, depois de assistir todas as temporadas já lançadas, eu posso dizer que continua bem interessante.


A série não trata apenas dos agentes do FBI capturando criminosos. Tem também a parte do drama pessoal de cada um como, por exemplo, como reagir depois de ver uma criança sendo morta na frente deles e eles não conseguindo fazer nada. A dificuldade que é ter uma família enquanto na maior parte do tempo eles estão com outros agentes caçando criminosos ou até mesmo como eles ficam depois de se tornarem reféns daqueles que caçam. É uma série bem pesada, já que os agentes trabalham analisando o que há de pior na humanidade como pedófilos, estupradores, assassinos em série, torturadores etc. - que normalmente fazem isso por prazer pessoal ou por causa de algum trauma de infância.


Tendo como foco principal episódios fechados, aqueles que você pode assistir somente ele que vai entender o que está acontecendo (a não ser quando Dr. Reid está explicando algo, aí já fica difícil acompanhar) e casos que às vezes eles não conseguem solucionar ficando como base da história da temporada, eles conseguem dosar esses episódios de uma maneira que não fica chata. Outra coisa que gosto bastante na série são os episódios que são ligados mais à história pessoal de algum dos personagens. Isso acaba adicionando algo a mais na história, principalmente quando é um personagem que você gosta.


Por ser uma série tão densa, os momentos cômicos se tornam mais interessantes e ajudam você a relaxar um pouco, seja pelas conversas entre Garcia (Kirsten Vangsness) e Morgan (Shemar Moore) pelo telefone ou então o Rossi (Joe Mantegna) falando sobre algum dos seus casamentos que não deu certo ou até mesmo quando o Reid (Matthew Gray Gubler) começa a explicar algo e fica todo mundo com aquela cara de “mas que porra é essa?”, ou então surge quando algum policial de fora da equipe perguntando “de onde vocês tiraram esse cara?”. Isso tudo é graças a um roteiro bem escrito e atores que conseguiram tornar seus personagens tão carismáticos que estão aí há mais de 10 anos no ar.


O bom de ser uma série tão longa é que você pode acompanhar o crescimento dos personagens e acaba ficando feliz (ou triste) junto com eles. Outra coisa legal é ver que atores que hoje em dia vemos como parte do elenco principal de grandes séries já fizeram participações especiais em Criminal Minds como, por exemplo, Math Ryan (Constantine), Alex O’Loughlin (Hawaii Five-0), Wil “Wheaaaaaaaaaaaaaton” (Star Trek NG/The Big Bang Theory), David Ramsey (Arrow) e o mais que consagrado, Mark Hamill (Star Wars).


Uma coisa que achei bem interessante é que tem episódios que são dirigidos pelos próprios atores e normalmente são episódios fascinantes. Criminal Minds é uma das séries mais assistidas nos EUA e esse post foi para falar um pouco sobre esse seriado que conheci há pouco tempo, mas já se tornou um dos meus favoritos. Se você assiste a série, deixe nos comentários qual seu personagem, episódio ou até mesmo seu vilão favorito. Valeu, pessoal. Até a próxima!
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