Crítica: The Revenant (O Regresso)


Depois de ser muito aclamado no Globo de Ouro, The Revenant despertou minha curiosidade. Além de gostar muito das atuações do DiCaprio, ultimamente tenho me interessado muito pelos trabalhos de Alejandro González Iñárritu como diretor e, principalmente, Emmanuel Lubezki como diretor de fotografia. Ele trabalhou em filmes como Gravidade, Árvore da Vida, Birdman e Filhos da Esperança. Esses dois últimos são os meus favoritos, se você tiver a oportunidade, assista a esses filmes e veja como são lindos.

Bom, acho que hoje em dia quase ninguém mais discute a qualidade do Leonardo DiCaprio como ator e em The Revenant ele provou isso com uma grande atuação corporal e também nas suas expressões.

O que mais gosto em um filme é me preocupar com o personagem principal e isso é umas das coisas que você mais sente em The Revenant, pois, por mais que o rosto do DiCaprio esteja gigante no pôster do filme, você sempre pensa que seu personagem, Hugh Glass, pode morrer. Logo no começo do filme, existe uma cena em que Hugh Glass é atacado por um urso (a melhor palavra para descrever a cena é: angustiante), e bate o desespero e a cena não acaba logo.

A história começa com Hugh Glass guiando um grupo de caçadores que retirava pele dos animais para vender. Após ser atacado por um urso e ficar à beira da morte, Hugh fica aos cuidados de seu filho e dois companheiros, mas um desses homens mata o filho de Hugh e convence o outro que ele não tem mais salvação. Após ver seu filho ser morto na frente de seus olhos e ser abandonado para morrer por seus companheiros, Hugh milagrosamente consegue sobreviver e parte em uma jornada para se vingar.

The Revenant, além de ser um excelente filme, foi o longa que deu o tão esperado Oscar de melhor ator para Leonardo DiCaprio! O filme também venceu melhor direção e melhor fotografia, como citei no início do texto, mais do que merecido, já que Alejandro González Iñárritu e Emmanuel Lubezki tem feito trabalhos incríveis!


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