Lucifer: My Little Monkey



Sabe aqueles bons episódios que acabam decepcionando ainda mais? Foi o que aconteceu comigo quando assisti My Little Monkey, o sétimo episódio da segunda temporada de Lucifer. O episódio em si foi muito bom, dei várias gargalhadas, mas depois de assistir ao episódio anterior, Monster, em que o Lucifer teve toda aquela carga dramática onde ele finalmente revelou seu rosto para uma pessoa em que ele considerava uma amiga e ela ficou paralisada de medo não querendo ver ele mais, acreditei que seria um continuação depressiva nesse episódio.

Agora em My Little Monkey ele está um pouco melhor e tentando descobrir o que há de errado com ele. E sua brilhante ideia é aprender como as outras pessoas agem e ele toma como um modelo perfeito o detetive Dan, o que acaba gerando vários momentos hilários no episódio, como no momento em que ele aparece usando o mesmo estilo de roupa e cabelo do Dan. Mas deixando essa parte engraçada de lado, apesar de considerar Dan um babaca, Lucifer o vê como um cara quase que perfeito. Foi surpreendente ver como o Dan estava lidando com sua separação, o quão abatido ele estava e acabou buscando ajuda num grupo de improvisos onde para a surpresa de todos que assistiam, inclusive a do próprio Lucifer, Dan interpretava o próprio Lucifer. Esse episódio foi um tentando entender como o outro pensava e o que fazia a Chloe gostar deles, cada uma a sua forma.

A parte mais séria ficou por conta da Chloe, onde um dos fantasmas de seu passado veio à tona. O assassino de seu pai ia ser liberado para visitar a neta, mas no meio do percurso o carro da polícia foi atacado e todos acabaram mortos e como Chloe era a única lá no momento acabou se tornando uma suspeita já que ela teria motivos para matar o assassino de seu pai. Mas conforme a trama foi desenrolando e ela foi se aprofundando no casa, ela descobriu que seu pai não morreu por estar no lugar errado e na hora errada. Na verdade, seu pai estava investigando um caso e acabou tendo sua morte encomendada e o homem que Chloe acreditou ser o verdadeiro assassino era alguém preso injustamente.

Agora não posso deixar de falar pelo menos um pouco da cena emocionante quando Maze foi contar primeiramente para Dra. Linda que ela tinha recebido por um trabalho de verdade. As duas tão perto, mas separadas por uma porta que não era apenas de madeira e sim de medo, insegurança, perda de confiança, eram sentimentos muito fortes que aquela simples porta representava e no momento em que a Dra. Linda abriu dando uma chance nova para Maze, colocou no coração do demônio um pouco de bons sentimentos. 

Pessoal, ajudem o site a crescer comentando o que acharam do post. Isso é muito importante pra gente saber o que precisa melhorar e nada melhor do que a opinião de quem conhece os assuntos que escrevemos,. Se gostaram, curtam também nossa página no Facebook e nosso perfil no Twitter. Tem sempre muita coisa bacana por lá. Valeu!

Nenhum comentário

Tecnologia do Blogger.