Supergirl: Crossfire


Cara, como é ruim ver uma série que você gostava tanto ir decaindo. A primeira temporada de Supergirl foi algo tão gostoso e divertido de se assistir. Por mais que a qualidade dos vilões fosse horrível, a série se mantinha pela química dos atores e pela amizade entre os personagens. Mas a série perdeu muito com a saída da Calista Flockhart, a Cat Grant. Ela dava uma ligação com a maioria dos personagens, até mesmo aqueles com quem ela não contracenava muito. Eu sinto que tanto a Kara quanto a Supergirl perderam muito com a saída dela.

Sem dúvidas a temporada cresceu bastante em qualidade, mas aqueles personagens para você criar um vínculo, se na primeira temporada tinha um pouco de romance, mas era mais focada na amizade, essa está uma total novela mexicana (sem ofensas para quem gosta do gênero, eu já assisti muito A Usurpadora. Valeu por isso, Sílvio). Kara começou seu romance com James Olsen, coisa que acabou rapidamente e eu fiquei feliz com isso, e depois disso veio a enxurrada de casais, como Kara e Mon-El (que eu prefiro chamar carinhosamente de Manuel. Nesse momento você imaginou ele de bigode, né?). E agora está surgindo o relacionamento da Alex com a Maggie, que faz que a Alex não pense em nada direito e até mesmo o Hank encontrou um amorzinho, M'gann M'orzz. Quem diria que aquele ditado de que os brutos também amam seria verdade? Eu não odeio relacionamentos em séries, só acho que poderiam ficar em segundo plano e ter seus momentos onde as cenas seriam inesquecíveis e não ficar colocando toda hora para o pessoal ficar “aaaaaaaaaah, lindos/lindas”. Fica parecendo mais algo apelativo para ter audiência. Outra coisa que prejudicou a série para mim foi a presença do Superman. Ele diminuiu um pouco a Kara e agora mais do que nunca ela quer ser como ele.

Agora, sobre o episódio Crossfire, o que deu na cabeça do James em sair dando uma de vigilante? Primeiro ele tem que ser milionário, depois cair num poço cheio de morcegos ou ficar preso numa ilha deserta por 5 anos. Ele conseguiu até se virar bem contra os bandidos se não fosse pelas armas que eles tinham. Parece que a faixa preta dele não é de mentira. Ele com o Winn formam uma boa dupla. Acho que vai ser divertido as aventuras dos dois, mas mais divertido ainda vai ser quando Hank descobrir o que eles andam fazendo.

Descobrimos também que Mon-El não leva muito jeito para trabalho, mas em compensação a Senhorita Teschmacher descobriu outras qualidades do alienígena recém-chegado à Terra. Por mais que ele tenha momentos engraçados no episódio, acredito que não precisamos de outro alívio cômico na série, pois o Winn é mais do que suficiente e mais engraçado também. Em resumo, não gostei do personagem.

Chegamos à cereja do bolo, que foi a Lena Luthor com sua festa toda planejada para capturar os bandidos, mas ela é uma Luthor e por mais que pareça estar cheia de boas intenções, ela continua sendo uma Luthor e isso nunca é bom sinal. E como podemos ver no final do episódio, quem realmente estava fornecendo as armas para o bando de idiotas era a mãe da Lena que, por um acaso do destino é uma LUTHOR. Será que o plano dela será só destruir os alienígenas ou talvez libertar Lex da prisão? Por favor, se for ter um Lex na série, que seja o Michael Rosenbaum. Comentem o que acharam do episódio e não se esqueçam de nos seguir Twitter e curtir nossa página no Facebook. Valeu!

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