Supergirl: Medusa (1)


Enfim, começou mais um crossover dos heróis da CW e começou com os dois pés esquerdos. A divulgação foi tão grande sobre quatro episódios da junção dos heróis da DC que criou uma expectativa gigante. O episódio de Supergirl não foi ruim, mas pelo o que estava sendo esperado foi um tanto quanto decepcionante o início do crossover. Talvez o fato de ficar esperando a chegada do Barry tenha feito com que muita gente nem prestasse atenção na história que estava sendo contada.

A interação entre Lena e Supergirl foi um ponto interessante desse episódio. Ela provou que apesar de ser uma Luthor, não compartilha com as ideias da mãe e do irmão, mas parece que a relação entre ela e a Supergirl ficou abalada. Mas foi graças à alteração que Lena fez na arma biológica que a vida de todos os alienígenas da cidade foram salvas. Outra que praticamente salvou o dia foi Eliza, que conseguiu evitar que a transformação de Hank em um Marciano Branco continuasse.

Pelo jeito não é só Manuel Mon-El que está interessado em Kara, parece que o sentimento é recíproco, mas o daxamita tem dificuldade em admitir isso para a Supergirl. Como a vida dos alienígenas não gira em torno apenas dos relacionamentos, a real história de Mon-El está cada vez mais intrigante. Ao que tudo indica, o que ele contou para a Kara sobre sua origem e motivo de vir à Terra é tudo mentira, ou pelo menos uma parte.

Já que o assunto é relacionamento, finalmente Alex e Maggie se acertaram. Foi um dos momentos mais interessantes do episódio. Realmente rola uma química entre as duas. Os cinco minutos finais onde Maggie se declara para Alex e a aparição do Barry e do Cisco, ficou um pouco destoante do resto do episódio, talvez pelo fato de serem as duas cenas que o público todo estava esperando para ver.

Confira nossa crítica sobre a segunda parte do crossover aqui.

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