Criminal Minds: Seek and Destroy


Como o episódio passado foi focado no Rossi e estamos tão acostumados a ver um agente em destaque, foi diferente ver que o foco maior foi exatamente do lado oposto do time de investigação. O episódio “Seek and Destroy” começa com Stephen, o novo membro da BAU, levando um caso até a Prentiss, falando que ali poderia ter um caso que valeria a pena dar uma olhada enquanto eles não conseguiam pistas novas sobre o Mr. Scratch. E, como sempre, quando um novato entra na equipe, ele ganha um pouco mais de destaque nos primeiros episódios. Nessa temporada já vimos isso acontecendo antes com a chegada do Luke Alvez e agora com Stephen Walker. 

Essa é uma maneira de apresentarem melhor o personagem e fazer com que o público desenvolva um pouco de simpatia por eles, só que dessa vez, por mais que o Stephen tenha sugerido o caso, a história não foi focada nele e sim nos criminosos. Vimos grande parte do caso se desenrolando pela visão deles, mostrando o quanto pessoas abaladas emocionalmente podem se tornar alvos fáceis para a persuasão de pessoas com más intenções.

Desde o começo do episódio vimos a gangue em ação e aos poucos fomos entendendo como os planos deles funcionavam. Vimos um líder, que parecia ser a única pessoa sóbria do grupo, vimos a namorada desse líder - que num primeiro momento imaginamos ser o braço direito dele, já que ela gostava daquele cenário insano tanto quanto o namorado - e os outros membros que pareciam estar lá só pelas bebidas e pelas drogas.

Foi insano ver o grande plot twist da história quando vimos que Bea, a namorada do suposto líder, era a real cabeça por trás de todos aqueles crimes. E mais, que a última casa que eles visitaram era a casa da família dela. Desde o começo eu já achei que ela tinha cara de maluca (eu gosto muito de atores e atrizes que conseguem transparecer tão bem essa insanidade em seus personagens), mas não imaginei que ela seria tão desequilibrada e até mesmo doente.

Depois que Bea é presa, a maneira como a câmera foca nela olhando para os agentes enquanto ela era levada, me deu a estranha impressão de que ela vai voltar a aparecer na série. E dá até para fazer um paralelo entre ela e o Scratch, já que os dois controlam outras pessoas para conseguir o que querem. O que muda um pouco é a maneira que cada um faz isso e a sua personalidade. Enquanto Scratch é uma pessoa paciente e usa drogas para controlar os outros, Bea é impulsiva e usa as fraquezas dos outros.




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