Legends of Tomorrow: Raiders of the Lost Art


Esse retorno de Legends of Tomorrow veio com um gostinho de temporada nova. Talvez seja pelo fato de termos ficado tanto tempo sem ter notícias de Rip Hunter e ver o personagem em cena. Como ele voltou com a memória totalmente alterada, é como se estivéssemos vendo uma nova roupagem do personagem: um homem totalmente oposto do que Hunter costumava ser. Dependendo do rumo que a história seguir, ele terá que se reinventar e conquistar tudo aquilo que ele já havia conquistado novamente.

Sara se sentiu aliviada ao encontrar novamente o Rip, mas depois de deixar seu ex-capitão ser capturado pela Legião do Mal, ela começou a se sentir insegura com o seu posto de Capitã, mas com o apoio de Jax, ela decidiu seguir em frente. Por sinal, Jax está crescendo e cada vez se tornando um personagem mais interessante. Com uma personalidade forte e segura, ele vem passando a impressão de ser quase um vice-capitão.

A dúvida sobre as visões que Mick vem tendo de Leonard continuam. Várias possibilidades foram levantadas por Stein nesse episódio, desde Leonard estar se comunicando de algum lugar do espaço-tempo, até as visões serem simplesmente uma representação das emoções de Mick. Para mim é mais como uma preparação para o retorno de Leonard na série, só que dessa vez estando do lado oposto à Mick.

Flash Reverso é um vilão interessante, mas eu preferia quando ele era interpretado por Tom Cavanagh. Além do mais, um velocista nesse universo de Legends of Tomorrow fica muito desproporcional. Ele é muito poderoso e não tem ninguém que se equipare a ele. Pessoas como Damien Dhark e Malconm Merlin fazem mais o estilo da série. Até mesmo Vandal Savage que era insuportável se encaixa melhor nesse mundo.

Mas acredito que o grande êxtase do episódio (pelo menos para os cinéfilos e nerds de plantão) foi a participação de George Lucas no episódio. A forma como introduziram ele na história e como foi abordada foi maravilhosa. Mostrar que sem ele no mundo do cinema Ray e Nate não seriam os profissionais (e heróis, no caso) que são no presente, foi uma bela forma de mostrar o reconhecimento da importância que as obras desse diretor tiveram na vida de muita gente, claro que não só na ficção, como muito na vida real também. A cena em que George Lucas grita como a maior confissão vinda do fundo de seu coração que ele queria ser diretor de cinema e com isso a linha do tempo volta ao normal trazendo os poderes de Ray e Nate de volta, foi de arrepiar.



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