Primeiras Impressões: Spiritpact

 

Spiritpact é inspirado em um mangá chinês e, apesar da versão japonesa ter sido lançado semana passada, uma versão chinesa, chamada Jing Qi (ou Soul Contract, como você também pode encontrar por aí), já havia sido exibida entre junho e novembro de 2016, com um total de 20 episódios. 

Spiritpact conta a história de You Keika, um herdeiro de uma antiga família de exorcistas que passou a se sustentar trabalhando como vidente de rua e técnico de informática depois do falecimento de seus pais. Em uma noite qualquer, quando Keika vai ao ferro velho em busca de peças para fazer um de seus trabalhos, ele encontra um misterioso exorcista enfrentando um espírito maligno, e ao invés de se preocupar com a situação ou até mesmo se sentir amedrontado, Keika acredita que não passava de uma filmagem e, sem noção do jeito que é, acaba fazendo com que Tanmoku Ki, o tal exorcista, perca o espírito de vista.

A partir daí são só cenas engraçadas protagonizadas por Keika, já que no caminho para casa, ele acaba sendo atropelado por um caminhão, morre e acaba voltando como um espírito. No hospital, quem está lá para explicar o que havia acontecido era Tanmoku: You Keika tinha apenas sete dias na forma daquele espírito e, para permanecer no mundo físico, ele deveria fazer um pacto com Tanmoku e se tornar a “sombra espiritual” dele, ou ele se tornaria um espírito maligno e obrigaria Tanmoku a se livrar dele de vez.

Esse primeiro episódio é basicamente Tanmoku Ki tentando convencer Keika de que o pacto seria a melhor opção para os dois. Keika não queria trabalhar para outra pessoa que não fosse ele mesmo e, cabeça dura do jeito que é, a missão só não foi mais difícil do que enfrentar o tal espírito maligno que ainda estava atrás de Tanmoku, que vem de uma lendária e importante família de exorcistas.

O primeiro episódio de Spiritpact foi marcado pelo humor e para pessoas que, assim como eu, se sentem cativadas facilmente com personagens nonsense, vale muito a pena conferir. A única coisa que me deixou com o pé atrás foi o fato de começar a assistir sabendo que seria uma história shounei-ai, ou seja, um anime que retrata o romance entre dois homens e, nesse primeiro episódio, eu não consegui sentir isso da mesma forma que eu senti um triângulo amoroso surgindo desde os primeiros minutos de Fuuka. Tenho medo de ter gostado de ver Keika e Tanmoku como parceiros e estranhar quando começar um romance, mas pode ser só minha falta de costume com o gênero.

Estou ansiosa pelo próximo episódio de Spiritpact e esse, com certeza, é um dos animes dessa temporada de inverno que eu irei acompanhar até o final. Se você também já assistiu, deixe nos comentários suas opiniões!


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