Criminal Minds: Collision Course


E chegamos ao décimo quarto episódio de Criminal Minds, “Collision Course”, que eu acreditava que seria somente o julgamento do Reid, mas pra quê terminar logo essa história se eles podem fazer os fãs sofrerem por um bom tempo vendo o Reid cada vez mais no fundo do poço? Ao invés disso, o episódio se dividiu em dois núcleos: um com a Prentiss conseguindo uma advogada para o Reid e o resto da equipe atrás de um assassino que hackeava carros e usava para matar pessoas.

Normalmente eu reclamaria dessa divisão de histórias porque o que me interessa é saber sobre o Reid, mas os roteiristas mandaram muito bem dando foco para a única personagem que conseguiria quebrar o clima tenso que a série vinha apresentando, a nossa amada musa Penélope Garcia. São raras as vezes que temos a oportunidade de ver a loirinha mais simpática do FBI em campo, então é sempre bom aproveitar porque as risadas são garantidas.

A dinâmica entre ela e Luke são divertidíssimas. Ele, claramente, é o personagem que está ali para substituir Derek Morgan, principalmente na relação com a Garcia, mas eu acho que a série acertou muito em não tentar copiar o mesmo tipo de afinidade entre os dois. Enquanto com Morgan era um amor/amizade que fazia dos dois o melhor casal das séries mesmo não sendo um casal, com Luke é mais uma relação de irmãos onde a Garcia sempre trata ele como criança, toda vez que ela chama ele de “noob”, que no caso é novato, eu acabo dando risada, porque pelo fato da Garcia ser uma hacker, esse termo noob é mais uma forma de insulto.

Agora, voltando ao lado tenso e emocional do episódio, a única coisa boa que aconteceu para o pobre do Reid foi a advogada que Prentiss conseguiu e, vamos falar a verdade, gente, que personagem sensacional! Assim que ela começou a falar com a Emily eu já estava apaixonado pelo jeito dela. Mesmo ela perdendo o pedido de fiança, ela teve grandes momentos no episódio, como quando ela interrogou Reid tentando tirar o máximo possível de informações que pudessem ajudar no caso quanto no próprio tribunal, o jeito que ela foi falando me fez ter certeza de que ela venceria. 

Mas uma coisa que está me incomodando é a J. J., que já demonstrou várias vezes ser uma personagem emotiva. A ligação dela com o Reid é muito forte, mas ela está ficando bastante apagada. Gostaria de ver mais foco nela nessa história.



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