Supergirl | Star-Crossed (1)


Esse episódio de Supergirl começou cheio de amores entre Kara e Mon-El e uma referência nada sutil à Game of Thrones. Quem via aquele momento adorável nem imaginava que minutos depois mais uma DR ia surgir e o desprezo iria prevalecer.

A chegada do rei e rainha de Daxam a.k.a, pai e mãe de Mon-El, não poderia ter sido mais dramática. Óbvio que a Kara descobriu tudo da pior forma possível e ainda teve que agir ~naturalmente~ enquanto a sogrinha era pouco hostil com ela e com seu planeta de origem, Krypton. A gente sabe que um líder tem um caráter suspeito quando ele usa o slogan de Donald Trump e a rainha Rhea nem disfarçou ao dizer para Mon-El voltar para casa "to make Daxam great again" (algo como “para fazer de Daxam um ótimo lugar de novo”). Toda rivalidade entre kryptonianos e daxamitas veio à tona nesse episódio, fazendo com que, mais uma vez, Kara desistisse do relacionamento com Mon-El.

Gosto muito da Kara, mas esse negócio de resolver qualquer problema do namoro terminando o relacionamento já está ficando chato. Primeiro ela diz que ama e ama muito, que está feliz e que tem toda esperança do mundo no Mon-El, e então no primeiro obstáculo esse amor não é paciente o suficiente nem para ouvir as explicações do daxamita ou pelo menos se colocar no lugar dele por dois segundos para tentar entender o que está acontecendo.

Mon-El não teve culpa de crescer do jeito que cresceu, já que ele era o príncipe de Daxam e aquele reinado era tudo o que ele conhecia desde sempre. Pelo menos agora, depois desse tempo na Terra com a Supergirl e o pessoal da DEO, ele conheceu um outro lado e passou até a ter vergonha de como era. Ele tomou uma atitude e se manteve firme com o seu novo senso de integridade.

Falando em relacionamento, isso nos leva ao Winn. Não sei porque, mas apesar de amar o personagem, já estava esperando que algo desse errado nesse namoro com a Lyra, estava perfeito demais. Assim que fizeram a descoberta de que ela estava apenas usando o menino Winn para roubar a arte de Van Gogh tive que dar razão para o meu instinto pessimista de que daria ruim aquela situação, mas conforme foi se aprofundando a história, vimos que a Lyra gosta mesmo do Winn. Apesar de ter mentido e ser uma ladra, toda aquela situação, no fundo e de uma maneira torta, era por uma boa causa. 

Mais uma vez fomos trollados com o começo do crossover que, é claro, começou nos 15 segundos finais desse episódio e já com uma referência à Glee. A crítica sobre episódio musical completo de The Flash você pode conferir aqui.



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