The Magicians: The Cock Barrens


É tão bom quando você chega no episódio mais fraco da temporada até o momento e ainda assim ele consegue ser interessante. The Cock Barrens foi, de certa forma, o mais parado até agora, mas se levarmos em consideração que a série vinha em um ritmo frenético é bom ter esses momentos que acalma um pouco. O que estou gostando em The Magicians é que, até mesmo nesses episódios, a história é bem contada e faz com que a trama evolua.

Acho que a trama da Julia foi mais uma vez a mais interessante, com ela encontrando a mulher que foi vítima do Reynard antes dela e que conseguiu prender o deus. Deu para ver como foi traumatizante para Dana o ataque de Reynard, que mesmo depois de tanto tempo e dele estar aprisionado ela ainda tinha medo que ele retornasse. O que ela não contava era que encontraria com a Julia e, como todos nós sabemos, sempre que alguém se aproxima dela algo ruim acontece com a pessoa. E dessa vez não foi diferente, ela acabou quebrando as defesas que Dana havia construído por anos e Reynard voltou a encontrá-la.

Agora sabemos que, para poder prender Reynard novamente, Julia vai precisar ter o filho, que era basicamente tudo que ela não queria. Será que ela vai conseguir isso? Duas coisas sobre essa história: primeiro que quando Dana comentou que tinha tido o filho eu pensei que fosse aquele “pequenino” ser que estava lá acorrentado, como a própria Julia pensou o mesmo. E, segundo, que se esse bebê está vivo e é tão poderoso, qual será que vai ser a importância dele na série? Certamente essa menção não vai ser gratuita em um roteiro que vem sendo tão bem amarrado. Então, será que esse filho pode ser um dos personagens principais? Primeiro eu pensei em Quentin ou Elliot, já que ela deu a entender que era um menino, mas, se fosse uma garota, poderia muito bem ser a Alice, já que o nível de poder dela sempre foi muito maior que o resto dos personagens.

Por falar em Quentin, tivemos a volta dele para a lado mágico da história (ainda bem) e, para comemorar esse retorno, ele nos deu uma brilhante apresentação do Cirque du Soleil. Como eu queria que o Penny tivesse assistido aquela cena. Mas falando sério, a primeira tentativa dele em tentar se comunicar com Alice falhou miseravelmente, tanto que ela guiou ele até o livro na casa dos pais dela que poderia ajudar a trazê-la de volta. O que ninguém contava, principalmente Quentin, é que ela na verdade não havia morrido e sim ficado presa na tatuagem nas costas dele. No momento em que ela revelou isso eu fiquei lembrando de todos os momentos em que mostrou ele se sentindo incomodado com a tatuagem, me senti meio idiota por não imaginar essa possibilidade.

E, para finalizar, tivemos o núcleo de Fillory com Elliot, Margo e Penny. No caso de Elliot, a única coisa relevante por parte dele foi descobrirmos que ele começou a gostar da Fen. Mas o que mais me incomodou foi a Margo, ela estava muito instável nesse episódio. Primeiro estava toda revoltada com a ideia de ter que se casar para salvar o Reino, depois ela decidiu que tudo bem e transou com o Prince Ess (esse nome eu achei fantástico) muito mais porque ela queria do que para salvar Fillory. Até aí nada demais, o que complicou mesmo foi aquele final onde ela saiu declarando guerra. Nos últimos episódios, ela parecia ter amadurecido tanto e nesse ela estava tão explosiva.

E, por fim, tivemos o Penny salvando o dia ao perceber que o castelo não havia sido teleportado e simplesmente estava invisível. Vale frisar que adorei o novo amiguinho do Penny. Algo me diz que ainda vou rir muito desses dois. Deixem nos comentários o que vocês acharam do episódio.



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