The Magicians: Ramifications


Penny finalmente conseguiu entrar na Sala Proibida, mas não foi tão fácil assim achar o livro que procurava e sair de lá. A Sylvia foi de grande ajuda e eu estava gostando demais da personagem. Uma pena que, pelo visto, ela não conseguiu mesmo sair de lá de dentro. Apesar da tradução “Sala Proibida”, o nome em inglês é “Poison Room” (quarto envenenado) e fez todo sentido quando a gente viu como é lá dentro.

Depois de tanto sofrimento, Quentin conseguiu trazer Alice de volta juntando seu espectro ao corpo Niffin, tudo isso com a ajuda de Mayakovisky, que, convenhamos, foi convencido de forma espetacular pelo Quentin, que jogou toda a sua culpa nesse caso na cara dele. Mas só eu achei que ela retornaria toda amorzinho e fiquei chocada com a revolta dela ao retornar? Se bem que desde o começo a Alice Niffin parecia estar tramando alguma coisa, mas algo me dizia que não era necessariamente ruim e mau. Acredito que ela estava em busca de ficar mais forte para descobrir um jeito de trazer seu irmão de volta e depois de se reunir com seu espectro. Ela perdeu todo conhecimento que conseguiu até o momento, tendo que reaprender magia do começo. Talvez essa reação de voltar à estaca zero tenha a revoltado desse jeito.

Agora, embarcando para Fillory, por muito tempo cheguei a pensar que quem estava por trás de toda essa desgraça no reino era a preguiça, já que ela que sempre dava as ideias e “soluções” para tudo. Parecia muito com alguém que queria o poder para si, já que tais ideias nunca eram efetivas. Com a nova coroação de Josh, passei a me perguntar se ele não teria armado o sumiço de Margo e Eliot para tomar o trono (aliás, melhor festa de coroação ever), mas não demorou muito para descobrirmos a verdade. O fato é que Umber e Ember separados causou todo esse caos. Com Ember sozinho e entediado, sua reação foi fazer toda essa cagada (literalmente) em Fillory. Fico me perguntando o motivo pelo qual Umber não parece disposto a voltar.

Pois é, quando Quentin e Eliot foram atrás do relógio para voltar para Fillory (inclusive, rendeu cenas divertidíssimas como o Eliot falando que agora tem dois do Quentin e Nigel dizendo que vai chamar seu novo mundo de Cuba), acabamos descobrindo que o parceiro de Ember não estava morto e sim fugido/escondido. Isso foi bom que deixou claro o motivo pelo qual não haviam registros sobre como matar deuses na biblioteca já que, como pudemos ver, Umber (agora sendo chamado de Nigel) não morreu.

Outra história que estávamos ansiosos pelo desfecho era o caso do Reynard. Primeiro tivemos a cena entre o Senador Gaines e Kady, onde eu imaginei que ela havia matado todo mundo ali a mando do semi-deus, quando, na verdade, ele obrigou que ela o matasse mesmo. Julia finalmente conseguiu uma arma para matar Reynard e bem na hora H tivemos a surpresa da própria Persefone, em pessoa, presente naquele momento. Muita gente achou escroto ela aparecer naquele momento pedindo para salvarem seu filho depois de tanta coisa ruim que ele fez, mas isso é o famoso egoísmo dos deuses, não é mesmo?

Quando, no episódio passado, Reynard comentou sobre ter sido abandonado por ela, pensei que os dois haviam tido um relacionamento amoroso, mas, na verdade, Reynard é filho de Persefone. Julia ter cedido ao pedido da deusa mostrou que mesmo sem o espectro ela era capaz de se controlar e ser uma boa pessoa, mas ver Persefone devolvendo o espectro dela no final foi muito bonito. Será que agora teremos a antiga Julia de volta? Ainda assim, preferiria que Reynard tivesse sido morto.

A grande deixa para o último episódio (ou até mesmo a próxima temporada) foi a bala que Julia usaria em Reynard não ter sido utilizada e a dúvida se o próximo grande vilão será o Umber. Se for assim, será que vai ser necessário usar a tal bala para matar Umber e salvar Fillory?



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