Agents of S.H.I.E.L.D.: Farewell, Cruel World!


Finalmente chegamos ao ápice da temporada, ao momento em que prendemos a respiração e esperamos uma semana apreensivos para o próximo episódio. Ainda que com uma lágrima nos olhos devido às escolhas dos personagens, terminamos também com ar de alívio, finalmente os agentes estão de volta.

Farewell, Cruel World! Foi o clímax para os agentes, em especial para Leopold “Leo” Fitz (ou só Fitz, se você ousar dizer este nome.) Iain de Caestecker volta dando seu show de interpretação em todos os momentos, desde a morte do pai, em que se mostra insensível, mas com uma ira assustadora, até quando aponta sua arma para a cabeça de seu grande amor, Simmons. Ainda nos faz chorar quando sai do Framework e percebe suas atrocidades, até o momento em que Aida aparece.

Temos em segundo plano a subtrama do quinjet, em que os agentes estão já sem energia, combustível e esperanças de ter seus companheiros de volta. Parte que não acrescentou muito ao episódio, mas não incomodou por estar lá.

A novela dos agentes Coulson e May ainda não está longe do fim, ambos flertando como sempre, mas sem objetivo aparente. Por assim dizer, isto é algo que ocupa espaço desnecessário em uma série como esta. 

Temos também a redenção de Radcliff quando ele finalmente para de pensar em si mesmo para pensar em seu amigo, praticamente se sacrificando para um bem maior. Foi um excelente desfecho para o personagem. Se o veremos ou não daqui pra frente eu não sei, mas caso a resposta seja negativa, este foi um ótimo final para um ótimo personagem.

O dilema familiar de Mack é uma das partes mais tristes e honestas do episódio. Trocar o mundo real pelo Framework para ficar com sua filha mesmo sabendo que ela não é real e que nada é real é de emocionar. Pode não ter sido a atitude mais inteligente, mas está longe de ser um furo de roteiro. Só pensando como um pai para entender tal decisão e os motivos de ter sido tomada.

Podemos ir para a parte em que a Aida constrói um corpo aparentemente Inumano? Sim, isso mesmo, Aida não é mais uma androide, então podemos finalmente chamá-la de Ophelia sem culpa. Ophelia agora tem um corpo humano e poderes Inumanos, deixando um belo gancho para o próximo episódio.

Só nos resta esperar para ver para onde ela levou Fitz e o que acontecerá. Também resta a dúvida que não quer calar: já que Ophelia transferiu sua mente para um novo corpo e humano, isto poderia trazer personagens mortos da série de volta? Poderiam os agentes Ward e Triplett voltarem? Fica o questionamento.

Agents of S.H.I.E.L.D. sempre acerta em cheio quando não tem vergonha de sua inspiração, quando não tem medo de ser a série baseada em Hqs que nós queremos. O episódio não deixou nada a desejar.



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