Arrow: Honor Thy Fathers



O conflito familiar de Oliver está de volta, agora trazendo de volta o legado de seu pai. Depois de Prometheus entregar um corpo a público e mostrar que o pai de Oliver e Thea não era tão inocente quanto todos pensam (bem, nós já sabíamos), Oliver passa o episódio tentando provar sua inocência, mesmo que em vão. O conflito interno entre herói e vilão que se desencadeou nesta temporada ficou em evidência mais uma vez ao herói confrontar as atitudes de seu pai.

Prometheus, novamente se mantém afastado na maior parte do episódio, voltando em uma situação no mínimo duvidosa. Temos ao final do episódio aquela sensação de “isto foi fácil demais” e o sentimento de que algo vai dar muito errado logo à frente.

As subtramas se passam de forma nada sutis, assim como os semanais flashbacks que tanto amamos odiar. Temos Rene no lento e doloroso (de assistir) processo para recuperar a sua filha, passando por seus conflitos internos e com ajuda de seu mais novo melhor amigo, Quentin Lance. Nos flashbacks vemos Oliver de volta à Lian Yu para o encerramento de sua “jornada de náufrago” e com o intuito de voltar para casa. Mas Arrow não seria Arrow sem algo dar errado. Também nos Flashbacks temos a volta de Konstantin Kovar, que aparentemente deixará a vida do nosso herói mais difícil em seus momentos finais na temida ilha.

A gama de personagens bons, mas mal aproveitados, não diminui neste episódio. Continuamos com a futura nova Canário Negro apenas aparecendo para tapar buraco, Felicity e Diggle aparecem em alguns momentos para dar lições de moral e Thea retorna com seu propósito de fazer seu irmão se sentir culpado por algo que não fez e se redimir mesmo assim. Afinal, não é série de herói sem a redenção do herói. 

Honor Thy Fathers foi mais um episódio arrastado, mas assistível. Se você assistiu Arrow até aqui, assim como eu, e gosta bastante, apesar de todos os defeitos, sei que continua torcendo para o sucesso da série. Nos resta aguardar o final da temporada para termos o grande desfecho e, quem sabe, finalmente o fim dos “amados” flashbacks.



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