Criminal Minds: Red Light (Finale)


Chegamos ao Gran Finale da décima segunda temporada de Criminal Minds e, meus amigos, que final sensacional! Houve algumas decepções… Na verdade, foi só uma, mas nem foi tão ruim assim.

Nesse episódio, Matthew Gray Gubler e Aubrey Plaza deram um show de interpretação. Somente os dois naquela sala, trocas de olhares, falas afiadas e muita tensão no ar, foi o que fez desse o melhor episódio da temporada. Eu disse no texto passado que achava que Reid ia estar abalado por causa do tempo em que passou na prisão, mas o que vimos, pelo menos por enquanto, foi um personagem mais amadurecido e forte, fazendo de todo o possível para resgatar sua mãe. Isso foi a maior prova de que um grande duelo não precisa ser com cenas de ação.

Temos que falar um pouco do trabalho de Aubrey Plaza que esse ano já roubou a cena em Legion com sua personagem Lenny e agora em menos de dois episódios já foi a vilã mais marcante dessa temporada. Ela tem algo que com apenas um olhar já consegue passar como ela é perigosa e como parece estar no controle da situação. E por falar em Legion, as cenas onde eles estavam naquele jantar lembrou muito as cenas dela com o Dan Stevens na mente de David.

O plano da Cat de engravidar do Reid foi algo que parecia ser tão surreal, mas que conseguiu atingir o agente por um tempo e realmente o abalou. Quem não ficaria abalado, não é mesmo? Mas ficou claro que esse plano era para um curto espaço de tempo, já que o filho não era do Reid e sim do oficial Lionel Wilkins. Então quando nascesse seria difícil continuar com o plano. O oficial Wilkins, que desde o começo não foi com a cara do Spencer, sempre parecia ser culpado, mas nunca havia mostrado nada que o incriminasse, até esse desfecho final. 

Agora, a parte que me decepcionou um pouco foi a aparição de Shemar Moore. Não foi ruim, pelo contrário, eu achei maravilhosa, mas eu havia lido que ela voltaria à série para comandar uma equipe que iria atrás do Scratch e a toda cena que passava eu ficava tentando encontrar uma maneira com que eles iriam encaixar ele na história e o episódio foi chegando ao fim e nada dele aparecer. Isso foi um pouco ruim, mas foi algo muito pessoal, já que eu adoro o personagem. Talvez para quem não ligasse muito para ele, isso nem tenha afetado em nada.

Mas vamos dar um pouquinho da atenção para essa participação. O reencontro dele com a antiga equipe foi algo que gerou um feeling tão gostoso, apesar dele estar ali não trazendo boas notícias. Foi um momento emocionante para quem acompanha esses personagens há tanto tempo. Ele dizendo “eu te amo” para a Garcia foi algo tão verdadeiro, não foi aquelas declarações clichês que estamos acostumados a ver por aí, nem mesmo algo voltado para a parte carnal e sim para o lado mais puro do sentimento que pareceu transcender dos personagens até os próprios atores. E quem não estava com saudades de ver a Garcia feliz daquele jeito e com aquelas frases que só poderiam sair da boca dela descrevendo o Morgan? 

Depois que Morgan revela o real motivo dele estar ali, ficou claro que Scratch estava envolvido com o plano de Cat, ou pelo menos ele estava ciente do que ela planejava. E que gancho mais espetacular foi aquela cena dos carros da BAU sendo atacados. Quantos passos esse cidadão está à frente dos nossos agentes? Será que isso vai se estender pela décima terceira temporada inteira ou vai ser finalizado logo de cara? Quantos personagens irão morrer naquele acidente? Várias perguntas foram deixadas para a próxima temporada.



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