Supergirl: Resist


Mais uma vez, a série foi salva! Graças à Cat Grant super poderosa (e nem precisou de super poderes)!

A pior coisa que aconteceu nessa segunda temporada de Supergirl foi a saída da Calista Flockhard do elenco. Como pode a ausência de uma personagem secundária desandar tanto com uma série? Porque vamos ser sinceros: Supergirl não é mais o que era na primeira temporada. Sendo assim, desde o anúncio de que Cat Grant estaria de volta em um episódio especial que eu venho ansiando por isso e super valeu a pena!

Os monólogos dessa mulher são maravilhosos! Só não é mais maravilhoso do que as cutucadas que ela dá nos outros personagens: sempre sutil, mas beirando à sinceridade ácida. O que foi ela, naturalmente, agradecendo ao James por ter salvado ela e o Winn como Guardião? “Por favor, querido, dá para ver seus olhos aí". Nada passa por Cat Grant. Lembrando que para manter o segredo da identidade da Supergirl, eles tiveram que rebolar para contornar a Cat, tendo de usar os poderes do J’onn para que ela visse Kara e Supergirl no mesmo lugar e jogasse suas suspeitas no lixo.

Se Cat Grant abrilhantou e salvou esse episódio, todo o resto pareceu bem mais ou menos. Apesar de ser uma mãe louca e ter prometido ser uma vilã insana, Rhea não me convenceu nesse episódio. Suas razões e suas atitudes não me causaram medo pelos personagens como todo bom vilão deveria ser. Se bobear a Cat coloca mais medo que ela.

Acredito que Supergirl deixou de ousar para surpreender o público. Tudo está muito previsível e nada chama realmente nossa atenção. Assisti ao episódio inteiro com sentimento de tédio salvo pela participação da Cat Grant.

Depois de falhar nesse plano de casar Mon-El com Lena e conquistar a cidade, Rhea me aparece com um Superman controlado. Talvez isso dê um pouco mais de emoção ao episódio final da temporada, onde os produtores já afirmaram que para um dos personagens principais as coisas não terminarão bem.



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