Crítica: Into the Badlands


Um mundo feudal com carros e motos, mas sem armas de fogo e todas as disputas resolvidas com espadas. Este é o mundo apresentado a nós pela AMC em Into the badlands.

Situada em um mundo pós-apocalíptico, as Badlands são territórios governados por Barões, que governam através da força. Seus guerreiros são chamados de clippers e os trabalhadores de cogs e, dessa maneira, eles mantêm a “ordem” nas badlands.

Sunny é o regente do barão Quinn, o clipper mais habilidoso do barão e responsável por comandar seus clippers. No entanto, Sunny está cansado de matar e deseja ter uma vida tranquila com a mulher que ama, Veil. Porém, Quinn não permitiria e é por isso que quando Sunny encontra M.K, um garoto com um poder sombrio e que afirma existir um lugar fora das Badlands onde eles podem viver em paz, ela decide fugir dessa vida de servidão e carnificina. 

No geral, Into the Badlands é uma grande série. Suas sequências de ação são incríveis e bem trabalhadas, a mitologia criada é vasta e interessante, podendo dar lugar a várias novas histórias. No entanto, a série tem seu desenvolvimento lento, pois, apesar de muitas lutas, a trama avança pouco e, principalmente na primeira temporada, os personagens mal parecem seguir rumo aos seus objetivos. Na segunda temporada, a trama avança um pouco mais rápido porque, para alcançar o objetivo estabelecido na primeira temporada, os personagens devem regressar para buscar os que ficaram para trás e não seria interessante se prolongar demais nisso.

Sunny, M.K, Minerva e vários outros personagens têm uma presença forte e interessante, mas falta uma característica muito importante, o carisma. Os personagens não são carismáticos o suficiente para fazer a maioria das pessoas se importar realmente com eles ou então prender as pessoas à série. Caso a pessoa não tenha paciência para o desenvolvimento lento da trama, a falta de carisma pode sim implicar que ela deixe de assistir.

Apesar de seus defeitos, Into the Badlands é uma série que vale a pena dar uma conferida e ter um pouco de paciência para aos poucos desvendar seus segredos.

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Afinal, nem todo herói precisa de superpoderes, basta ter um coração generoso...



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