Crítica: Power Rangers


Go go Power Rangers! ~música tocando e todos ficando empolgados para ler o texto sobre o filme~

Dessa vez eu quero fazer um texto desprendido de todas as amarras críticas e falar mais como uma pessoa que cresceu assistindo a série, vendo uma caralhada de Rangers diferentes assumindo o papel e nenhum grupo conseguindo conquistar como o original Mything Morfin.

Dessa vez continuaram os cinco escolhidos, mas tanto os atores como as histórias de seus personagens foram mudadas e depois de ver o filme eu vi o quanto isso foi bom. Eu sei que muitos torceram o nariz, mas é tudo questão de perspectiva. Eu fui ver um filme sabendo que era dos Power Rangers, então eu já esperava que tivesse cinco adolescentes usando uniformes coloridos capazes de controlar um robô gigante para salvar a cidade e em consequência disso eles destruiriam mais as ruas do que se deixassem o grande monstro pegar o que quisesse e fosse embora. 

E eu pude ver tudo isso no filme, só que como bônus eu ganhei um desenvolvimento muito bom de cinco adolescentes que teriam que aprender a superar seus erros passados e seguir em frente para usar aqueles uniformes e não simplesmente vir uma luz e boom! somos heróis. Se você pegar qualquer um daqueles cinco, em uma hora e pouco de filme, teve mais desenvolvimento que todas as sagas dos Rangers na TV.

Aqui vão alguns pontos que me fizeram gostar do filme e talvez incentive vocês a assistirem também:

  • Primeiro, como eu já disse ali em cima, os personagens são muito bem desenvolvidos, fazendo com que você goste deles e torça por eles no final.
  • Os cinco escolhidos não são pessoas perfeitas e por isso merecem ser heróis. Eles são pessoas cheias de defeitos que erram e sentem medo. Até aqueles que já foram mais populares, como o Jason e a Kimberly, conseguiram destruir sua vida de maneira idiota e são marcados por isso.
  • O Billy se tornou o personagem mais carismático do filme. Conseguiram fazer com que ele passasse uma sensação tão boa que a todo tempo você quer ver as coisas dando certo para ele.
  • Nada vem fácil, desde conseguir usar os uniformes até mesmo com os zords. Eles dão o sangue para conseguir e ainda assim não é com o controle total. As coisas fazem sentido no filme, eles tentam explicar o máximo possível a razão para as consequências futuras. 

Eu acabei de ver o filme querendo assistir novamente e faz tempo que isso não acontecia, mesmo em casos de obras até melhores que Power Rangers. O grande diferencial é que eu me diverti com o filme e isso é uma das melhores coisas que pode acontecer.

“Ah, mas você está falando tão bem do filme que ele deve ser perfeito”. Não, ele não é. Assim como toda obra tem seus defeitos, Power Rangers também tem, mas será que vale a pena ficar se preocupando com pequenas coisinhas ao invés de aproveitar o que o filme tem para oferecer?

Eu só queria dividir com vocês essa alegria que senti após terminar o filme e espero que se você leu isso até o final e decidiu assistir também possa sentir algo parecido com isso.

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Afinal, nem todo herói precisa de superpoderes, basta ter um coração generoso...



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