Crítica: Beleza Oculta


Foi só assistir ao trailer de Beleza Oculta que bateu aquele sentimento de querer assistir ao filme. Não só pelo enredo, até porque a história do drama é bem comum e simples, mas também pelo elenco que conta com Will Smith, Edward Norton, Helen Mirren, Kate Winslet, Keira Knightley e Michael Peña, que são atores bem famosos e prestigiados do cinema mundial.

O filme conta a história de Howard Inlet (Will Smith), que está no meio do seu processo de luto após perder sua filha pequena. Howard era um cara de sucesso que trabalhava muito bem ao lado de seus colegas e era ótimo com a família, mas tudo isso mudou quando sua filha morreu. O mundo simplesmente perdeu a cor e ele se viu totalmente perdido, o que é justificável.

O fato é que nesse processo, Howard resolveu escrever três cartas: uma para a morte, uma para o tempo e uma para o amor. Todas elas questionando como “eles” puderam tirar a menina dele. De repente, os três resolveram responder suas respectivas cartas e se encontram com Howard de uma forma misteriosa.

Pelo trailer, o filme parece ter uma pegada sobrenatural e quando você começa a assistir você vê a morte, o tempo e o amor como pessoas normais, mas só quando o filme acaba que você entende realmente como tudo aquilo aconteceu.

Eu gostei muito do filme e a forma como ele foi contado, mas assim que pesquisei por aí sobre ele, só vi críticos falando mal e criticando negativamente. Dizendo coisas como terem tentado repetir o sucesso de A Procura da Felicidade, em que Will Smith também foi protagonista, e terem falhado miseravelmente, além de dizerem que o enredo fraco foi desperdício considerando o nível do elenco.

Tiveram pelo menos três histórias paralelas à história principal, mas foram histórias em segundo plano, todos eles (críticos) sentiram falta de ver um desenvolvimento maior, mas para mim (e para o resto do público que assistiu, como eu pude perceber), foi satisfatória a forma como essas histórias foram contadas.

Isso mostra como o famoso “fazer filmes para o público e não para a crítica” é real. Não é só porque o filme não trabalha com uma trama super detalhada que ele será ruim. É uma coisa mais breve, mais direta e para mim tudo certo.

Dirigido por David Frankel (O Diabo Veste Prada e Marley & Eu), acredito que Beleza Oculta não é nenhum filme merecedor de um Oscar, mas é sim um bom filme e que vale a pena ser assistido.

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