Crítica: Castlevania – 1ª Temporada


Já queria começar meu texto sobre a série animada de Castlevania com algumas perguntas: Por que, Netflix? Por que só quatro episódios? O que fizemos para você nos odiar tanto?

Dito isso, vocês já devem ter percebido que eu me simpatizei um pouco com a série. Já começa com o ponto positivo de que essa animação deixa quem é fã da franquia feliz e quem nunca nem ouviu falar consegue assistir e entender perfeitamente o que está acontecendo ali, contando uma história envolvente e fluida.

Castlevania tinha tudo para dar errado. Para começar, é uma adaptação de uma franquia de jogos e, considerando que parece ter uma lei que diz que todas adaptações de jogos têm que ser um lixo (tirando o primeiro Silent Hill e Final Fantasy VII, é claro), era compreensível a baixa expectativa em relação a nova série. Sem contar que a história nos mostra Conde Drácula e vale lembrar da quantidade de obras relacionadas a vampiros que surgiram nos últimos anos. Acho que entendi o que o presidente da Netflix quis dizer sobre sua equipe criativa precisar arriscar nesse novo projeto.

Entre os pontos fortes, temos personagens bem desenvolvidos, violência, animação e dublagem original (ainda não vi em português) que são excelentes. Conforme a história vai prosseguindo, novos personagens são apresentados e, entre eles, um dos personagens mais queridos da série de jogos (eu não vou dizer quem é para evitar spoilers, mas eu vibrei quando ele apareceu).

Agora um pouco sobre a história da série:

Drácula encontra uma humana que deseja ser médica e salvar as pessoas. Nosso querido Conde acaba se apaixonando por ela e começa a levar uma vida como podemos dizer “mais pacífica”. Só que isso muda quando um bispo da igreja a acusa de bruxaria e a queima em praça pública. Drácula, transtornado, declara guerra à humanidade. E faz isso em grande estilo (assista a série para conferir).

Mas como existe o Lorde das Trevas, também existe aqueles que dedicam sua vida a enfrentar o mal que vaga sobre a Terra, o clã Belmont. Esse poderoso clã de guerreiros também sofreu com a perseguição da igreja e da população que acreditava que na verdade eles eram os culpados pelas trevas no mundo. Com o passar do tempo e com a perseguição sofrida, restou apenas um membro dessa família, Trevor Belmont. Porém, Trevor havia se tornado um bêbado que não se importava mais com o legado da família. Ele até mesmo tentava esconder o fato de ser um Belmont para evitar confusões. Mas será que com o levante de Drácula, Trevor continuará ignorando a situação? Bem, é isso que iremos ver na série. Então pegue a pipoca e o refrigerante e se delicie assistindo essa que pode ser considerada a melhor adaptação de um jogo.

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