Primeiras impressões: Fate/Apocrypha


Uma nova guerra pelo santo Graal se inicia.

Fate/Apocrypha se inicia com um episódio morno, uma introdução à mitologia da franquia para os novos fãs, os quais ainda não tiveram contato com o Zero ou Stay Night, além de informar aos veteranos desse mundo que houve mudanças.

Fate/Apocrypha não se passa no mesmo mundo de Fate/Stay Night e sim em um paralelo onde o Santo Graal desapareceu durante a 3ª guerra, antes dos acontecimentos de Fate/Zero. Sessenta anos após o desaparecimento da relíquia capaz de conceder qualquer desejo, uma facção chamada Yggdmillennia declara sua separação da associação de magos e alega possuir o Graal. Assim começa o embate entre os dois gurpos.

Como já dito anteriormente, esse primeiro episódio foi meramente introdutório e explicativo. Dessa vez a dinâmica mudou. Não serão sete espíritos heroicos e sim catorze divididos em duas facções, parecendo dessa maneira deixar de lado o caráter individualista da competição das histórias anteriores. 

A animação mantem o mesmo padrão e os personagens parecem ser interessantes. Agora ao invés de Arthuria, teremos Mordred, cuja personalidade já se mostrou totalmente oposta a de Arthuria. Isso ajuda a fortalecer a impressão de que teremos uma dinâmica levemente diferente, apesar de que as lutas não devem mudar muito. Não que isso seja uma reclamação, afinal Fate sempre nos entregou excelentes cenas de ação, mas realmente espero que usem essa questão das facções para elaborar o relacionamento entre mestres tendo de cooperar.

Fate/Apocrypha contará com 25 episódios e após o fim de sua exibição no Japão provavelmente será disponibilizada pela Netflix, assim como Blade Works.

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Afinal, nem todo herói precisa de superpoderes, basta ter um coração generoso...



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