The Gifted | rX


The Gifted realmente é um dos destaques da temporada e logo em seu segundo episódio mostra que é mais do que apenas um show de efeitos especiais.

No começo do episódio, vemos Reed e sua família, algum tempo antes dos acontecimentos da série, se divertindo no boliche quando uma jovem garota mutante começa a ser ridicularizada. Lauren quer agir, mas Caitlin diz que não é problema deles. E quando a mutante acidentalmente usa seus poderes, Reed se adianta para mandá-la embora com seu pai mesmo que eles não tivessem feito nada de errado. Fora a garota ter nascido mutante, é claro. Este comportamento logo me fez pensar na hipocrisia dos pais da família Strucker que, no primeiro episódio lutaram para defender seus filhos alegando que eles não haviam cometido crimes. A série não deixa essa discussão passar e, no meio do episódio, Marcos faz a grande pergunta à Caitlin: “se eles não fossem seus filhos, você estaria defendendo eles? ”.

Este episódio não serviu para avançar a trama. Sua intenção foi explorar seus personagens e a condição de Clarice serviu para mostrar à Caitlin a condição de vida precária dos mutantes e como, apesar de no papel eles terem direitos, na prática esses direitos são ignorados. Postos de saúde lotados e as pessoas sendo discriminadas. Coisas horríveis como essas, só na ficção mesmo, não é? (sqn)

Outro ponto muito bom foi o da Polaris. Vê-la na prisão realmente foi de partir o coração. A forma como encararam ela no chuveiro, como se fosse uma doente e a surra que ela levou… Eu realmente espero ver mais dela, do John e da Clarice. São os personagens que mais me interessaram, por enquanto. 

Neste episódio, também vemos até que ponto o serviço sentinela está disposto a ir para capturar os mutante. E, enquanto Caitlin se sensibiliza para com a situação de outros mutantes que não são seus filhos, parece que Reed foi na contramão, ao concordar em vender os mutantes em troca da liberdade de sua família. 

É válido mencionar o fato deles citarem os mutantes existindo nas décadas de 60 e 80, o que, de certa forma, traz mais profundidade à situação. E, por fim, qual será a história daquela rua? O que aconteceu no Rio?


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Afinal, nem todo herói precisa de superpoderes, basta ter um coração generoso...



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